Dados do levantamento feito por uma empresa de cibersegurança, PSafe, mostraram 844.821 tentativas de golpes envolvendo o Pix de janeiro a junho deste ano. Já no primeiro semestre do ano passado, foram 65.433 tentativas de golpe, um aumento de 1191%. Segundo o executivo-chefe de segurança da PSafe, Emilio Simoni, os cibercriminosos se aproveitam de temas em alta para aplicarem seus golpes — no caso o Pix, por ser um meio de pagamento que se tornou popular no Brasil.

A modalidade caiu tanto no gosto do brasileiro que o número de transações cresceu 275% no primeiro semestre de 2022 em comparação com o mesmo período do ano anterior. De janeiro a junho deste ano foram realizadas 8.247.165.611 operações, contra 2.307.611.468 no mesmo período do ano passado. Ou seja, as tentativas de golpe cresceram em ritmo mais elevado que a própria adesão à ferramenta do Banco Central.(CNN Brasil)

Leave a comment